Yoga, Dança, Som & Consciência
CAMINHO SIMONKA
Três décadas de escuta.
Sinta. Pratique. Transforme.
Quando chega o momento de preservar caminhos humanos num mundo cada vez mais confuso, eu e você encontramos as maiores oportunidades de consciência.
O Caminho Simonka é um ecossistema para a nutrição e harmonização das múltiplas dimensões da vida:
Integra práticas de yoga, dança meditativa, música para consciência, atendimentos personalizados, formações de professores e terapeutas, além de programas voltados à saúde, equilíbrio e transformação.
Um projeto vivo que se renova continuamente conectado por um aplicativo próprio, uma escola online, uma produtora musical e uma comunidade de aprendizagem e prática.
♦ Jornadas de Desenvolvimento Pessoal ♦ Formação Certificada
♦ Atendimentos Terapêuticos ♦ App de Práticas e Estudos
Escolha o Seu Caminho:
Música Meditativa Brasileira
Escute música, trilhas e experiências sonoras que deram origem a esse caminho.
A Origem: uma Artista, um Caminho, um Gênero Novo
Mais de Três Décadas de Travessia em Arte e Corpo como Meditação
Muito antes da expressão “música de cura” se tornar um movimento global, eu já escutava esse caminho acontecendo. Não como conceito — mas como experiência. Uma sonoridade nascendo entre mundos. Entre culturas. Entre estados de consciência. O sitar encontrando a bossa nova. A viola mineira dialogando com a tabla e o santur. As tampuras ecoando com o sertão e os ritmos sufis. As montanhas de Minas Gerais se abrindo para o mundo.
A essência do yoga que tem sido silenciada:
Meditação não é esforço —
é retorno.
Antes de existir nome, já existia escuta.
Chamei: Música Meditativa Brasileira. Foi um caminho muitas vezes solitário. Sem referências, sem mercado, sem linguagem pronta. Sustentado pela intuição e pela pesquisa. Um trabalho independente, construído passo a passo, atravessando tanto fronteiras culturais quanto internas.
Vieram os encontros, as viagens, os ecos pelo mundo. Putumayo. Buddha Lounge. Caras Zen. E também o reconhecimento vindo das próprias raízes dessa sabedoria ancestral na Índia: premiada pelo Nada Centre, tornei-me professora de musicoterapia nos programas da Indian Music Therapy Association, palestrante convidada em congressos, conferências e publicações internacionais. Um chamado que se confirmou: levar o Nada Yoga e o Sufi ao diálogo com o mundo ocidental. Não como adaptação: mas como tradução viva.
É desse tipo de lugar que nasce o que eu ofereço. Um encontro entre yoga, som e consciência – onde saberes ancestrais e abordagens contemporâneas se integram na vida cotidiana sem conflito.
O que hoje começa a ser reconhecido, na época não tinha nome. Ir além da técnica: arte não como complemento, mas como fundamento. O corpo como portal. A respiração como linguagem. O som como caminho.
Um campo onde a prática floresce desde dentro. Onde a disciplina não é imposição — é consequência do encontro. Onde o centro permanece, mesmo em meio ao caos. Não se trata de aprender mais técnicas, mas de reorganizar a vida: corpo, emoção, mente e consciência em uma mesma direção.
Para quem sente que há algo essencial faltando. Para quem busca voltar ao corpo. Para quem já não consegue mais viver dissociado do que sente. E também para quem acompanha outros — e entende que o cuidado não está apenas na palavra, mas na presença, no ritmo e na respiração.
A Origem: uma Artista, um Caminho, um Gênero Novo
Mais de Três Décadas de Travessia em Arte e Corpo como Meditação
Muito antes da expressão “música de cura” se tornar um movimento global, eu já escutava esse caminho acontecendo. Não como conceito — mas como experiência. Uma sonoridade nascendo entre mundos. Entre culturas. Entre estados de consciência. O sitar encontrando a bossa nova. A viola mineira dialogando com a tabla e o santur. As tampuras ecoando com o sertão e os ritmos sufis. As montanhas de Minas Gerais se abrindo para o mundo.
A essência do yoga que tem sido silenciada:
Meditação não é esforço —
é retorno.
Antes de existir nome, já existia escuta.
Chamei: Música Meditativa Brasileira. Foi um caminho muitas vezes solitário. Sem referências, sem mercado, sem linguagem pronta. Sustentado pela intuição e pela pesquisa. Um trabalho independente, construído passo a passo, atravessando tanto fronteiras culturais quanto internas.
Vieram os encontros, as viagens, os ecos pelo mundo. Putumayo. Buddha Lounge. Caras Zen. E também o reconhecimento vindo das próprias raízes dessa sabedoria ancestral na Índia: premiada pelo Nada Centre, tornei-me professora de musicoterapia nos programas da Indian Music Therapy Association, palestrante convidada em congressos, conferências e publicações internacionais. Um chamado que se confirmou: levar o Nada Yoga e o Sufi ao diálogo com o mundo ocidental. Não como adaptação: mas como tradução viva.
É desse tipo de lugar que nasce o que eu ofereço. Um encontro entre yoga, som e consciência – onde saberes ancestrais e abordagens contemporâneas se integram na vida cotidiana sem conflito.
O que hoje começa a ser reconhecido, na época não tinha nome. Ir além da técnica: arte não como complemento, mas como fundamento. O corpo como portal. A respiração como linguagem. O som como caminho.
Um campo onde a prática floresce desde dentro. Onde a disciplina não é imposição — é consequência do encontro. Onde o centro permanece, mesmo em meio ao caos. Não se trata de aprender mais técnicas, mas de reorganizar a vida: corpo, emoção, mente e consciência em uma mesma direção.
Para quem sente que há algo essencial faltando. Para quem busca voltar ao corpo. Para quem já não consegue mais viver dissociado do que sente. E também para quem acompanha outros — e entende que o cuidado não está apenas na palavra, mas na presença, no ritmo e na respiração.
Ana Rita Simonka é Pós graduada em Yoga pela linha científica de Kuvalyananda. Pós Graduada em musicoterapia e premiada pelo Instituto Nada Centre da Índia. Conferencista e professora do curso da Indian Music Therapy Association. Praticante de Shattari Sufi sob a orientação do Mestre Adnan Sarhan da Sufi Foundation of America. Tradutora da obra de referência “What is Music” de Dr. T. V. Sairam, o pai da musicoterapia indiana. Treinada em diversas modalidades de arte oriental como Canto Clássico da Índia e dança egípcia. Seu trabaho musical teve o reconhecimento de grandes selos como Putumayo e Buddha Lounge, e séries e novelas da TV Globo no Brasil. Uma curiosidade sobre sua história é que inicio sua carreira artística na dança de salão, por ser filha do dançarino Velho Pietro, grande referência da cena de São Paulo, Brasil.





















